Dicionário do Profissional de Ti

Ser um profissional de TI não é fácil. Ou pode até ser após anos e anos de experiência, mas até chegar a esse ponto… são dezenas, centenas (e, sem exagerar, talvez milhares) de nomenclaturas e siglas para dar conta dentro de um ambiente de tecnologia da informação.

Para facilitar o trabalho de quem é profissional de TI recém chegado ao mercado – e, também, de gestores que são bons em outras áreas do conhecimento –, desenvolvemos um pequeno dicionário do profissional de TI para que não hajam dúvidas quanto aos termos da próxima demanda ou reunião.

Salve esse post nos favoritos ou anote os termos abaixo em um caderno, porque com certeza você vai se deparar com muitos deles nos próximos dias, meses e anos em que a TI fizer parte da sua vida ou da vida da sua empresa. A boa notícia é que, com a prática, logo os nomes farão parte de uma rotina muito mais fácil de compreender.

ABR (Available Bit Rate): você vai ouvir muito essa sigla quando as pessoas quiserem falar sobre taxa de disponibilidade de bits – ou a quantidade média de dados transferidos por unidade de tempo. Com ela dá para prever melhor os prazos de transferência.

AWS (Amazon Web Services): o serviço de armazenamento em nuvem da Amazon tem se tornado cada vez mais popular entre desenvolvedores, o que o torna um item bem comum nas conversas de TI. A plataforma AWS faz backup de dados diversos, como sites e aplicativos, e é vendida de acordo com a necessidade de memória de cada projeto.

Backup: talvez um dos termos mais usados em toda a história da TI, o backup é a cópia dos dados produzidos em determinado dispositivo. É muito importante para que você evite perder completamente a informação caso o dispositivo onde ela foi gerada ou guardada sofra algum acidente.

Big Data: a grande tendência do momento é falar sobre esse termo, que nomeia conjuntos complexos ou enormes de dados não podem ser processados de forma plena pelos aplicativos tradicionais – ou seja, precisam de uma estrutura mais robusta para serem acessados. A academia tem produzido muito material sobre o Big Data, inclusive para iniciantes.

Cloud Computing (computação em nuvem): estamos falando, aqui, de uma forma mais prática e segura de utilizar memória e armazenar dados. A “nuvem” é o ambiente digital e, por isso, não necessita de espaços físicos. Assim, você pode contratar memória em nuvem para os projetos ou exatamente o espaço necessário para o armazenamento de dados, que podem ser acessados de qualquer lugar do mundo mediante internet e log in válido.

CRM (Customer Relationship Management): é uma ferramenta bastante usada pelas empresas para monitorar os níveis de relacionamento com o cliente, de maneira que o processo seja documentado de forma prática e organizada.

Data Center (DC): é o centro de processamento de dados que abriga servidores e outros componentes, tais como sistemas de armazenamento de dados e ativos de rede, demandando hardware, espaço físico e salas climatizadas para que os dispositivos funcionem plenamente.

IaaS (Infrastructure As a Service): ao invés de montar um data center, a empresa pode contratar a IAAS e ter toda a infraestrutura terceirizada como um serviço.

LaaS (Licence As a Service): segue o mesmo raciocínio do IAAS, mas para licencas de software.

SaaS (Software As a Service): aqui, o fornecedor de determinado software se responsabiliza pela estrutura necessária para que o sistema contratado possa rodar perfeitamente.

SLA (Service Level Agreement): é um acordo de serviço baseado em normas básicas dos processos de TI que garante ao contratante de um serviço da área que todos os prazos e resultados serão cumpridos. Do outro lado, o SLA garante ao fornecedor contratado que tudo o que foi acordado está explicado com clareza, não podendo ser cobrado nada além daquilo que foi dito previamente. Esse documento segue as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e é obrigatório para qualquer contratação de serviço dentro da área de tecnologia da informação.

UX (User Experience): quando a equipe usa esse termo ela quer se referir à experiência do usuário dentro do projeto que está sendo desenvolvido. Ou seja, que valor o cliente final verá no produto desenvolvido por designers e programadores, e como ele vai se relacionar com a plataforma proposta. Para fins de se dar bem no mercado, UX deve ser uma preocupação de qualquer empresa.

Dicionário de TI: Cloud Computing

Cloud Computing é, atualmente, a forma mais utilizada pelas equipes de TI mundo afora para armazenar e processar dados em memória “infinita”.

Apesar de contar com servidores em data centers espalhados pelo globo, a nuvem é totalmente baseada no ambiente virtual, necessitando apenas de conexão com internet para que os arquivos sejam acessados de forma completa e segura por seus donos.

Para as empresas, Cloud Computing também é sinônimo de economia, uma vez que tira das costas da administração dispor de um espaço físico específico para essa finalidade, além dos custos com hardware e manutenção.

Para os profissionais de TI, essa é uma forma mais prática e rápida de trabalhar – desde que os termos utilizados pela equipe estejam claros para todos da equipe.

Separamos nesse post os mais utilizados da computação em nuvem para que você possa ficar alinhado com os objetivos do seu trabalho e possa, também, explicar aos colegas e diretores que não são de TI o que significam as principais nomenclaturas da área.

API (Application Programming Interface)

Esse é um conjunto de rotinas e padrões utilizado para estabelecer as funcionalidades de aplicativos focados no serviço, e não nos detalhes da implementação. O termo – e o mecanismo – é comumente visto quando as aplicações são discutidas entre diferentes fornecedores.

App (Aplication)

Conhecido por fazer parte do smartphone de boa parte do planeta, o app é a abreviação para aplicativo, software desenvolvido para tecnologias móveis que permitem a resolução de problemas em tempo real, como fazer uma demanda de serviço ou traçar comunicações.

Por precisarem de muita memória, os apps são, geralmente, armazenados na nuvem.

BaaS (Backend as a Service)

Também conhecido como MBaaS (Mobile Backend as a Service), o BaaS significa conexão entre duas ou mais aplicações móveis e seus serviços em nuvem.

Cloud Pública, Privada e Híbrida

As nuvens utilizadas pela computação podem atender por três nomenclaturas.

A Cloud Pública é aquela operada por grandes provedores que concentram todas as suas entregas de TI em uma mesma infraestrutura (e, nesse cenário, o Google é um bom exemplo de cloud pública). Os custos dessa cloud tendem a ser mais baixos, visto que os serviços são compartilhados.

A Cloud Privada é particular, estando dentro do ambiente da empresa sem a necessidade de que sua estrutura física esteja, também, dentro da empresa. Explicando melhor, é a nuvem operada em data centers de parceiros, mas totalmente dedicada aos armazenamentos da empresa.

A Cloud Híbrida faz um mix dessas duas propostas em um único ambiente, permitindo a flexibilidade da nuvem, de seus custos e atendendo de forma assertiva às demandas do cliente. Tudo dentro da cloud híbrida é automatizada com a mesma segurança de suas “irmãs” pública e privada, e as soluções são entregues na mesma rapidez.

Consolidação de Data Center

Quando uma empresa quer diminuir o espaço físico das suas instalações tirando o data center de circulação, ela precisa transportar todos os seus dados para ambientes em nuvem, fazendo, assim, uma consolidação de data center.

DaaS (Data Center as a Service)

Quando o Data Center é abastecido através de uma plataforma de serviço de um provedor.    

Elasticidade

Com essa função é possível aumentar ou reduzir os serviços de cloud computing de acordo com a demanda de cada cliente, de uma forma mais fácil e rápida para as equipes de TI.

On-Demand e On-Premise

Enquanto o On-Demand é o serviço de cloud computing feito sob demanda para algum cliente específico (e baseado em pagamento por uso de espaço, ao invés de um pacote fechado de serviços), On-Premise é o sistema de serviços de computação em nuvem que uma empresa utiliza dentro do seu próprio ambiente e Data Center.

PaaS (Platform as a Service)

Essa modalidade oferece toda a plataforma como serviço, incluindo hardwares e softwares necessários para o desenvolvimento de um aplicativo na nuvem, que podem ser oferecidos de forma pública ou dedicada pelo servidor escolhido. O serviço é feito através de pagamento pelo uso, ou seja, a empresa só paga o que consome de memória de plataforma.

Virtual Machine (VM)

A Máquina Virtual pode ser tanto um servidor quanto um desktop que serve aos propósitos da virtualização da TI. Em nuvem, funcionam como se fossem equipamentos físicos, mas estão otimizadas com sistema operacional e memória para ambientar perfeitamente sua estrutura física.

Virtualização

Chama-se de virtualização a técnica utilizada para converter hardwares e softwares físicos em instâncias virtuais, principalmente através da utilização do cloud computing, que armazena e realoca rapidamente diversos sistemas de TI.  

Tem mais alguma dúvida sobre termos de Cloud Computing? Deixe seu comentário e vas enriquecer este Dicionário de TI juntos!

Agora que você já sabe todas essas siglas, pode navegar melhor pelos conteúdos do nosso blog. E, se tiver alguma dúvida, deixe ela nos comentários!

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