Case - Move

Move Concessionária sustenta escala do negócio com virtualização de desktops

Move São paulo 6

A Move São Paulo é uma concessionária formada pelas empresas Odebrecht TransPort, Queiroz Galvão e UTC Engenharia, e é a vencedora da licitação do Governo do Estado para construção da Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo. Essa nova linha ligará a zona norte (Brasilândia) à região central (São Joaquim), terá uma extensão de 15,3 quilômetros e 15 estações, e atenderá mais de 600 mil passageiros por dia.

A concessionária será responsável pela construção e compra de equipamentos da Linha 6-Laraja que prevê, além da própria linha e suas respectivas estações, um pátio de estacionamento e manutenção de trens – intitulado Pátio Morro Grande -, poços de ventilação e saídas de emergências localizadas entre as estações, terminais urbanos, subestações de energia e estacionamentos de trens. Após o projeto de construção e implantação – previsto para 6 anos – a Move São Paulo será responsável, também, pela operação e manutenção da linha ao longo de 19 anos, em um contrato que totaliza 25 anos e investimento de R$8,9bi.

Linha laranja

A operação da Move São Paulo teve início no começo deste ano e está em processo de estruturação. A TI da concessionária, que terá papel vital de apoio à toda operação, está definindo a arquitetura de infraestrutura e sistemas, com base em toda a necessidade do negócio em termos de gestão, usuários, mobilidade. Nessa fase do projeto é muito importante tomar as decisões corretas, prevendo toda a complexidade e necessidade de escala que a TI precisará atender pelos próximos anos.

Escolhas baseadas na escala da operação

A estrutura de TI que está sendo montada deverá atender a Move São Paulo ao longo do seu cronograma, da fase de implantação da Linha-6 Laranja à fase de operação e manutenção desta. A previsão é que, após a entrega da linha, o número de usuários de TI, que serão responsáveis por sustentar a operação, cresça de forma bem expressiva e rápida. Por isso, é importante que toda a arquitetura construída hoje tenha capacidade de escalar e atender a futura demanda, sem que haja necessidade de novos projetos e substituição de recursos, o que irá onerar a operação.

Infraestrutura linha laranja

A arquitetura de infraestrutura em nuvem foi escolhida pela sua capacidade de entregar recursos computacionais de acordo com a demanda da empresa. O data center da Move São Paulo será responsável por conectar a empresa à nuvem, e todas as aplicações estarão em data centers externos com altos níveis de segurança, redundância de recursos e backup de informações.

Virtualização de desktops como solução para os usuários

A virtualização de desktops é uma das soluções envolvidas na arquitetura de nuvem que está sendo estruturada pela Move São Paulo. A solução de virtualização de desktops foi escolhida por conta de sua aderência ao modelo de cloud computing. Além disso, esta solução também atenderá o grande número de usuários que a Move terá no futuro.

O projeto oferece diversos benefícios para a Move São Paulo, entre eles:

  • Centralização das informações evita que dados estejam dispersos e desprotegidos nas máquinas dos usuários;
  • Ganhos em mobilidade e facilidade de acesso para os usuários, que poderão acessar seus desktops a partir de qualquer local com internet – ponto chave, por exemplo, para a fase de obras;
  • Melhores práticas na gestão de TI com padronização, facilidade de escala, centralização e segurança da informação;
  • Arquitetura mais econômica, por trabalhar com thin clients nas pontas, e poderosa, por desafogar o processamento local e realizá-lo em ambiente de data center, muito mais robusto.

O projeto de virtualização de desktops está em andamento e passou por um período beta, que envolveu uma amostra de usuários da tecnologia e agora está sendo expandido para todo o parque da Move São Paulo. Ao longo do período de testes, a empresa sentiu todo o poder da virtualização de desktops através das impressões e feedbacks.

Hoje, a virtualização de desktops já é utilizada para acessar o ERP, que está hospedado na nuvem do desenvolvedor, e escala conforme aumento no volume de usuários. A escolha pelo parceiro para realizar o projeto foi pela empresa Sinestec, uma provedora de soluções de TI especializada em cloud computing e virtualização que mostrou-se capaz de oferecer todo o respaldo que a Move São Paulo precisa para implantar e sustentar a arquitetura de desktops virtuais.

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